Como o Plenus se encaixa
Onde cada peça mora, e por que o dado só anda numa direção.
O Plenus não substitui o seu ERP nem se mete no caminho dele. Ele fica ao lado: lê o que já está gravado e responde perguntas que o ERP não responde.
servidor da loja Plenus
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│ ERP (Postgres)│ │ Espelho do histórico│
│ ▲ │ saída, HTTPS │ (isolado por fonte) │
│ │leitura│ ────────────────▶ │ │ │
│ agente │ │ ▼ │
└───────────────┘ │ Dashboard │
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O agente
Um único executável no servidor onde o ERP já roda. Lê o banco em modo somente leitura, comprime o resultado e envia.
Só faz conexão de saída. Nada de fora alcança o servidor da loja, e nenhuma porta precisa ser aberta no firewall. Ele também não escuta em porta nenhuma, nem aceita comando vindo de fora.
O espelho
A cópia reduzida do histórico, do lado do Plenus, isolada por cliente. É de onde saem as respostas do dashboard. Como ele é montado
O dashboard
Onde as perguntas são respondidas: faturamento, margem, DRE, estoque, crediário. O que cada pessoa enxerga depende do papel dela. Papéis e dados pessoais
O que fica na loja e o que sobe
Fica na loja
O banco do ERP inteiro, a senha do usuário de leitura, a configuração do agente.
Sobe para o Plenus
As colunas do histórico que a análise usa, comprimidas, por conexão de saída.
Se o Plenus sair do ar
O ERP continua funcionando exatamente como antes — ele não depende do Plenus para nada. O que para é a análise, e ela volta com o dado em dia assim que a conexão volta: o agente retoma de onde estava.